segunda-feira, 14 de junho de 2010
GALVÃO BUENO DANÇANDO SHAKIRA
(reprodução)
domingo, 13 de junho de 2010
LAYOUTZINHO BÁSICO PRA MUDAR...
...para a nova fase com a chegada das lindinhas de plantão. Tati , Dani , Dri e Nani que se juntam a Andréa, Jackye, Natacha & cia. Valeu meninas :-)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
PURA EMOÇÃO
Amor, amizade, alegrias, tristezas, descobertas, encontros e desencontros...uma linda homenagem ao cinema...
Essa cena do filme Cinema Paradiso, além de na minha opinião, ser uma das mais belas do filme, é uma ótima homenagem ao Dia dos Namorados.
Por Nani Dantas via Facebook
Essa cena do filme Cinema Paradiso, além de na minha opinião, ser uma das mais belas do filme, é uma ótima homenagem ao Dia dos Namorados.
Por Nani Dantas via Facebook
terça-feira, 8 de junho de 2010
O ÚNICO DE CALÇA

Kaká nao pode posar só de cueca para a Vanity Fair porque a mulher, Caroline Celico, nao permitiu, diz nota na coluna Gente Boa hoje no Globo. O brasileiro aparece na revista ao lado de outros jogadores de futebol, como Drogba e Cristiano Ronaldo - eles de cueca e Kaká sem camisa e de calça com cintura baixa. Caroline explicou o motivo da proibiçao para a revista 'Joyce Pascowitch' - "Tem que ter alguma coisa que seja exclusiva da esposa, né?".
Blue Bus
segunda-feira, 7 de junho de 2010
PARE TUDO!!!
Se dê este presente...
(reprodução)
(reprodução)
sexta-feira, 4 de junho de 2010
OS SETE MOTIVOS PARA ASSISTIR A COPA...
...Rodeado de Mulheres
O estereótipo é sempre o mesmo: futebol é coisa de macho. Mulher tem de ficar no canto discutindo a novela das nove ou, se for mais descolada, algum episódio de Sex & the City. Na melhor das hipóteses, a patroa serve para buscar cerveja ou nunca deixar acabar a porção de tremoço com salsicha em conserva. Caramba, homem, deixe de ser preconceituoso agora mesmo. Os tempos são outros, as meninas deixaram de ser ignorantes na matéria e, acredite, é muito mais divertido assistir com elas do que com aquela sua turma de cueca. Quer apostar? Então veja nossa seleção de sete razões para você encher a sala de gatas e curtir até jogos como Coréia do Sul versus Grécia.
1) Elas curtem Copa do mundo
Por mais que a maioria das garotas possa odiar futebol, tudo muda de quatro em quatro anos, quando a seleção brasileira entra em campo. Pergunte para as meninas se elas torcem para algum time. Muitas dirão, nenhum em especial, só o Brasil. E veja quantas estão colecionando o famoso álbum de figurinhas oficial por aqui.
2) Elas entram no clima de torcer
Não basta sentar no sofá e ligar no Galvão Bueno. Elas querem bandeirinhas, camisas oficiais, faixas, bonés, pintura de rosto e tudo mais que mostre que o que é bom mesmo é o verde e amarelo.
3) Namoradas querem você junto nessas horas
Na copa passada eu não consegui assistir o jogo inaugural com uma namorada e aguentei cara feia até as semifinais. O lance de gritar, comemorar, xingar o juiz, fazer macumba contra a outra seleção é algo que, para elas, faz parte da dinâmica do casal e porque não dizer, do romantismo. Vai perder essa chance?
4) Finalmente você vai poder discorrer sobre o que entende
Elas não estão interessadas na escalação do XV de Piracicaba contra o Bangu de um jogo decisivo de 1974. Isso serve só para aquele amigo seu que teima que o segundo bandeirinha chamava-se Berlarmino. Agora, você vai encantá-las por saber onde joga o Nwankwo Kanu, da Nigéria, em que time o Per Krøldrup, da Dinamarca, começou a carreira e quando conseguir convencê-las que Cristiano Ronaldo é mais que um rosto bonito.
5) Mulher faz preparativos
Esqueça o engradado de cerveja jogado na sala e o pacotinho de batata frita detonado em cima da mesa. Por mais que tenhamos feito piada com o tremoço, as moças vão querer preparar uma pequena festinha com sandubas, cerva, caipirinha de saquê (isso, sim, bebida exclusivamente feminina) e acepipes diversos em cumbuquinhas próprias. Para dois ou para 20. Não tem diferença.
6) Elas não bancam o torcedor-técnico
Não tem coisa mais chata que aquele cara que acha que sabe tudo de futebol e passa o jogo querendo mexer na escalação do time, no esquema tático e até na narração do jogo. Com meninas ao seu lado, isso não vai acontecer. Elas querem saber quando é que vai sair o gol para poderem gritar e te abraçar e só. Dane-se se o Pato, o Ganso e o Neymar ficaram de fora.
7) Você estará cercado de tudo o que gosta: mulher, cerveja e futebol
Ok, caí no estereótipo, mas pense bem, que macho de verdade vai desprezar esse trio? Sem contar que tem aquelas que vão lhe abraçar, beijar e até sentar no seu colo se o Brasil ganhar. Então, vai, seleção, vai! Tem mais em jogo que o hexacampeonato.
Claudio Pucci
O estereótipo é sempre o mesmo: futebol é coisa de macho. Mulher tem de ficar no canto discutindo a novela das nove ou, se for mais descolada, algum episódio de Sex & the City. Na melhor das hipóteses, a patroa serve para buscar cerveja ou nunca deixar acabar a porção de tremoço com salsicha em conserva. Caramba, homem, deixe de ser preconceituoso agora mesmo. Os tempos são outros, as meninas deixaram de ser ignorantes na matéria e, acredite, é muito mais divertido assistir com elas do que com aquela sua turma de cueca. Quer apostar? Então veja nossa seleção de sete razões para você encher a sala de gatas e curtir até jogos como Coréia do Sul versus Grécia.
1) Elas curtem Copa do mundo
Por mais que a maioria das garotas possa odiar futebol, tudo muda de quatro em quatro anos, quando a seleção brasileira entra em campo. Pergunte para as meninas se elas torcem para algum time. Muitas dirão, nenhum em especial, só o Brasil. E veja quantas estão colecionando o famoso álbum de figurinhas oficial por aqui.
2) Elas entram no clima de torcer
Não basta sentar no sofá e ligar no Galvão Bueno. Elas querem bandeirinhas, camisas oficiais, faixas, bonés, pintura de rosto e tudo mais que mostre que o que é bom mesmo é o verde e amarelo.
3) Namoradas querem você junto nessas horas
Na copa passada eu não consegui assistir o jogo inaugural com uma namorada e aguentei cara feia até as semifinais. O lance de gritar, comemorar, xingar o juiz, fazer macumba contra a outra seleção é algo que, para elas, faz parte da dinâmica do casal e porque não dizer, do romantismo. Vai perder essa chance?
4) Finalmente você vai poder discorrer sobre o que entende
Elas não estão interessadas na escalação do XV de Piracicaba contra o Bangu de um jogo decisivo de 1974. Isso serve só para aquele amigo seu que teima que o segundo bandeirinha chamava-se Berlarmino. Agora, você vai encantá-las por saber onde joga o Nwankwo Kanu, da Nigéria, em que time o Per Krøldrup, da Dinamarca, começou a carreira e quando conseguir convencê-las que Cristiano Ronaldo é mais que um rosto bonito.
5) Mulher faz preparativos
Esqueça o engradado de cerveja jogado na sala e o pacotinho de batata frita detonado em cima da mesa. Por mais que tenhamos feito piada com o tremoço, as moças vão querer preparar uma pequena festinha com sandubas, cerva, caipirinha de saquê (isso, sim, bebida exclusivamente feminina) e acepipes diversos em cumbuquinhas próprias. Para dois ou para 20. Não tem diferença.
6) Elas não bancam o torcedor-técnico
Não tem coisa mais chata que aquele cara que acha que sabe tudo de futebol e passa o jogo querendo mexer na escalação do time, no esquema tático e até na narração do jogo. Com meninas ao seu lado, isso não vai acontecer. Elas querem saber quando é que vai sair o gol para poderem gritar e te abraçar e só. Dane-se se o Pato, o Ganso e o Neymar ficaram de fora.
7) Você estará cercado de tudo o que gosta: mulher, cerveja e futebol
Ok, caí no estereótipo, mas pense bem, que macho de verdade vai desprezar esse trio? Sem contar que tem aquelas que vão lhe abraçar, beijar e até sentar no seu colo se o Brasil ganhar. Então, vai, seleção, vai! Tem mais em jogo que o hexacampeonato.
Claudio Pucci
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
QUANDO CHEGAM AS RESPOSTAS

Nunca se sabe quando o destino vai lhe pregar uma excelente coincidência, mas é provável que exerçamos o sexto sentido quando nos inclinamos para isso.
É mais cômodo crermos naquilo que está diante de nossos olhos e perto das mãos, paupável chego a dizer, mas o melhor de não termos noção do que está por vir é quando somos arrebatados pela surpresa da vida, ela está cheia de encantos mil.
E mesmo que muitas vezes as respostas nos escapam por entre os dedos, ainda sim vale a pena crer naquilo que muitas vezes não vemos ou apenas não sabemos por onde enxergar.
É fato que estamos vivendo uma era de incredulidades, distorção de valores e pressa diante do nada, mas espere um minuto: você sabe onde estão guardados os seus olhares, para onde ele está apontando, para qual direção você aponta?
As pessoas alteram suas rotinas, esquecem de olhar para trás e deixam as oportunidades sentadas em algum canto de suas escolhas.
Você pensou em alguém hoje?
Fez algo simples?
As respostas surgem quando menos as esperamos. E o acaso não é ótimo?
Deleite-se com alguns segundos de surpresas, gratas surpresas para quem sabe plantar uma humilde semente: virtude.
Você poderá colher não somente respostas altivas, mas uma infinidade de perguntas acertivas e que farão diferença.
Mas afinal, existem ou não boas coincidências?
Faça uma pequena pausa e visualize as situações a sua volta, elas estão contra ou a favor de seu curso natural? Algumas implicações nem sempre são sinal vermelho, basta racionalizar na hora em que precisar ser de fato você mesmo com outras pessoas.
O que fazemos aqui, certamente nos retorna com uma força maior.
Por isso, não contextualize suas ações, não profane palavras ao vento e muito menos deseje menos por ser demais, pois somente quando chegam as respostas é que nos damos conta de que saber investir nem sempre está aliado a ganhar ou perder, apenas uma simples doação de atenção basta para quem apenas procura por uma palavra de incentivo.
É isso que digo quando as pessoas me perguntam sobre respostas. Nunca dou mais que simples exemplos, pois hoje sou eu quem está aqui para relatar que boas coincidências acontecem para quem acredita e deposita um certo grau de credulidade.
Ação e reação não é somente uma equação de física, soma-se uma certa dose química e subtrai-se uma multiplicada e resultante questão de viver.
terça-feira, 1 de junho de 2010
SER ANORMAL
Eu sempre fui bem cagona. Montanha russa, piruetas, multidões, nunca foram meu forte. Eu preferia violão, cerveja, bons amigos, relações irritantemente cúmplices. Eu sempre precisei pisar em chão firme para achar que assim, eu estava segura na minha medíocre existência e podia, enfim, respirar sem medo de ser devorada pelos perigos.
Mas com as coisas da vida eu sempre me joguei, me atirei como um dardo em direção ao alvo. E voei leve feito o vento cada vez que tinha certeza que tinha entendido o manual da vida. E aí a vida reescrevia o tal do manual e eu me jogava de mais alto ainda. Voar leve sempre foi um sonho.
Eu me atrevia em paixões proibidas, eu amava quem eu não podia amar, quem não me amava e quem nunca nem ia saber quem eu era. Eu chorava litros e litros com dores de cotovelo que pareciam mortais, letais, definitivas como quase tudo na minha vida. Eu perdoava quem merecia ir pro inferno de queda livre e sem direito a um telefonema sequer. E eu também vivia histórias inacreditáveis porque eu sempre quis abraçar todas as possibilidades que a vida achou que tinha que me dar. Ou todos os castigos que, depois do meu julgamento, ela achou que eu tinha que levar. Eu me atropelei N vezes, eu me venci e fui vice na mesma disputa. Eu passei a vida lutando contra mim mesma. Era preciso ser normal, saber obedecer leis e entender as regras. Dizia e diz a sociedade, o mundo e os casamentos bem sucedidos.
Eu ri alto, eu dancei, eu passei de antipática. Eu cantei errado, tomei todas, pileques históricos, eu fiz xixi na Cidade Jardim em pé porque não dava para chegar em casa. Eu fingi sim, eu rezei ajoelhada quando não queria que o mundo risse dos meus medos idiotas, eu fui a outra. E fui feliz sendo a outra.
Eu quis tudo interminavelmente, eu me arrependi de ter essa mania de achar que só vale eternizando, eu fui várias vezes em terreiros para ver se algum Santo aliviava aquela porra toda que era sofrer até terminar raquítica. Várias vezes eu entrei em hospitais, com medo de estar enfartando de verdade, na prática. E os médicos davam o diagnóstico: crise de ansiedade. Das fortes. Enfartar de tanto viver, do coração explodir de amor, de paixão, de sangue quente na veia, de tesão numa alma tarada e sem vergonha alguma.
Eu nunca achei que eu tinha a vida inteira pela frente. Então fui engolindo com farofa e engasgando, até que aprendi a cuspir. Cada encontro chato, cada segundo desperdiçado, cada trecho de música, cada merda que meu cérebro inventava para a vida ficar mais florida. Eu engoli para fingir com mais convicção que eu era uma menina normal. Que tinha os mesmo sonhos e vontades das meninas normais.
Mas na verdade tudo que eu queria era poder ser anormal, desejar voar leve e viver torto.
Viver torto até o dia de morrer reta.
http://www.taticavalcanti.com.br/
Mas com as coisas da vida eu sempre me joguei, me atirei como um dardo em direção ao alvo. E voei leve feito o vento cada vez que tinha certeza que tinha entendido o manual da vida. E aí a vida reescrevia o tal do manual e eu me jogava de mais alto ainda. Voar leve sempre foi um sonho.
Eu me atrevia em paixões proibidas, eu amava quem eu não podia amar, quem não me amava e quem nunca nem ia saber quem eu era. Eu chorava litros e litros com dores de cotovelo que pareciam mortais, letais, definitivas como quase tudo na minha vida. Eu perdoava quem merecia ir pro inferno de queda livre e sem direito a um telefonema sequer. E eu também vivia histórias inacreditáveis porque eu sempre quis abraçar todas as possibilidades que a vida achou que tinha que me dar. Ou todos os castigos que, depois do meu julgamento, ela achou que eu tinha que levar. Eu me atropelei N vezes, eu me venci e fui vice na mesma disputa. Eu passei a vida lutando contra mim mesma. Era preciso ser normal, saber obedecer leis e entender as regras. Dizia e diz a sociedade, o mundo e os casamentos bem sucedidos.
Eu ri alto, eu dancei, eu passei de antipática. Eu cantei errado, tomei todas, pileques históricos, eu fiz xixi na Cidade Jardim em pé porque não dava para chegar em casa. Eu fingi sim, eu rezei ajoelhada quando não queria que o mundo risse dos meus medos idiotas, eu fui a outra. E fui feliz sendo a outra.
Eu quis tudo interminavelmente, eu me arrependi de ter essa mania de achar que só vale eternizando, eu fui várias vezes em terreiros para ver se algum Santo aliviava aquela porra toda que era sofrer até terminar raquítica. Várias vezes eu entrei em hospitais, com medo de estar enfartando de verdade, na prática. E os médicos davam o diagnóstico: crise de ansiedade. Das fortes. Enfartar de tanto viver, do coração explodir de amor, de paixão, de sangue quente na veia, de tesão numa alma tarada e sem vergonha alguma.
Eu nunca achei que eu tinha a vida inteira pela frente. Então fui engolindo com farofa e engasgando, até que aprendi a cuspir. Cada encontro chato, cada segundo desperdiçado, cada trecho de música, cada merda que meu cérebro inventava para a vida ficar mais florida. Eu engoli para fingir com mais convicção que eu era uma menina normal. Que tinha os mesmo sonhos e vontades das meninas normais.
Mas na verdade tudo que eu queria era poder ser anormal, desejar voar leve e viver torto.
Viver torto até o dia de morrer reta.
http://www.taticavalcanti.com.br/
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O SABOR DA MEMÓRIA
Acordei com aquela sensação de que não precisava ou queria desejar mais nada, apenas levantei, escovei os dentes paralisada na frente do meu espelho...e aquele sol que tanto aquece minhas costas, ficou escondido por entre as nuvens cinzas que decidiram me fazer companhia.Minha pele já não brilha mais como brilhava antigamente, nem mesmo a maquiagem que possivelmente cobririam minhas expressões cansadas e marcadas pelos profundos 70 anos... saudade.
Entre suspiros e olhares longínquos, apenas uma visão: redesenhar todos os passos, reverenciar os aplausos que ainda hoje insistem em me acordar de doces sonhos. Reescrever toda aquela história, aquela paixão... dançaria apenas mais uma vez.
E mesmo hoje, repousando o olhar sobre o espelho, eu sei: as expressões e pensamentos ficarão sempre inclinados para meu bem guardado par de sapatilhas.
Vivacidade, são os exemplos que ficam, hoje anceio.
Nem sempre vivi meu conto de fadas, muito menos esplêndidas noites de glória, mas eu fiz uma opção ao enclinar-me aos meus desejos: ser o que queria ser, independente do que os outros achavam ou falavam: eu vivi e representei o papel único de ser autêntica.
Inúmeras vezes paguei um preço alto demais, mesmo assim, houve um saldo muito mais positivo do que negativo.
A memória que aos poucos se apaga, dá lugar aos sabores que me permito descobrir, uma outra existência querida.
Nem sempre consigo expressar o que se passa na minha vida e mesmo sendo uma mulher com incontáveis olhares e trejeitos, me permito calar e deixar por hoje que você tente ao menos compreender o meu silêncio.
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